Volta do santuário – Ponte do Sótão

Trilhos dos Conhais e Ponte do Sótão, este foi o itinerário de domingo. Quando chegámos à Portela de Góis, o Rui esperava por nós e aproveitámos para lhe pedir para afinar os amortecedores das bikes, estavam todos “destrambelhados” e a “pinchar”.

Dois dedos de conversa sobre o percurso a fazer e chegámos à conclusão que valia a penaIMG_2975 arriscarmos passar por uns trilhos que já não fazíamos há algum tempo. Arriscar porque havia o receio de, nas ligações, estarem cheios de silvas e vegetação, dificultando a circulação.

Primeiro subimos às antenas para depois descermos aos Caselhos por um singletrack que estava com muitos fetos e caruma no chão, mas transitável. O Rui ficou entusiasmado, era a primeira vez que por ali passava e adorou, deu a dica de combinarmos um dia para abrir uns trilhos novos naquela zona, haja vontade e líquidos bem fresquinhos para metermos mãos à obra! Na ligação dos Caselhos para a Ponte do Sótão, o local que mais apreensão nos trazia, os trilhos estavam limpos como se alguém soubesse que por ali íamos passar e decidiu limpar para “suas excelências” pedalarem. Valeu a pena arriscar! Pedalámos à beira rio, onde a harmonia com a natureza prevalece.

A caminho dos Conhais fomos visitar o Santuário, de sobre aviso, pois alguém andava noDCIM100GOPRO quintal de baixo de volta de umas colmeias. A visita foi “de médico”, não fossem os nossos equipamentos atrair estes belos insetos que picam que se farta: Tirámos a foto de grupo e “ala que é cardozo” em direção ao singletrack dos Conhais.

Para nós este é o melhor trilho da zona porque, apesar de não ser muito extenso, tem todos os ingredientes de que um betetista procura: Paisagens brilhantes, excelente piso e um circuito que permite rolar em segurança mas, ao mesmo tempo, com a adrenalina a correr pelas veias.

Quando chegámos à Ponte de Sótão era tempo de descansar um pouco e bebermos um copo no café de S. Gens, na esplanada á sombrinha, para depois regressarmos a casa.

DCIM100GOPROAntes de chegarmos a Vila Nova do Ceira a malta ainda foi fazer o trilho do forno do Cabril, eu regressei a casa mais cedo devido a outros compromissos. Já tinha o meu banho tomado quando o pessoal aparece por lá para beber um copo, à falta de jeropiga beberam licor de medronho, produção caseira! A malta não se fez rogada, botaram o copo abaixo e seguiram para o banho e merecido almoço.

Boa semana e boas pedaladas 🙂

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